Energisa alerta: furto de transformadores coloca vidas em risco e pode levar à prisão – Geral
A recente operação da Polícia Civil que investiga o furto e a comercialização irregular de transformadores em Rondônia reforça um alerta importante: além de colocar vidas em risco, o crime pode resultar em prisão e causar prejuízos para milhares de consumidores.
Os transformadores são equipamentos essenciais para o funcionamento da rede elétrica. Quando furtados ou danificados, podem provocar interrupções no fornecimento de energia, afetando residências, comércios e serviços essenciais, como hospitais e sistemas de sinalização de trânsito.
Segundo Daniel Andrade, gerente do Departamento de Combate às Perdas da Energisa Rondônia, os impactos vão muito além do prejuízo financeiro.
“Quem furta equipamentos da rede elétrica coloca em risco a própria vida, a segurança da população e a continuidade de um serviço essencial. Além disso, trata-se de um crime que pode resultar em prisão e outras penalidades previstas na legislação”, destaca.
Entre os crimes que podem ser enquadrados nesses casos estão o furto qualificado, com pena de dois a oito anos de prisão e multa; o dano qualificado, com pena de seis meses a três anos de prisão e multa; e o atentado contra serviço de utilidade pública, cuja pena varia de um a cinco anos de prisão e multa. Já quem compra ou comercializa equipamentos ou materiais provenientes desses crimes pode responder por receptação, com pena de um a quatro anos de prisão.
A Energisa reforça que apenas profissionais devidamente habilitados e autorizados podem realizar qualquer tipo de intervenção na rede elétrica. A prática de furtos e ligações clandestinas compromete a segurança, pode provocar interrupções no fornecimento de energia, curtos circuitos, incêndios e até acidentes com vítimas fatais.
A distribuidora destaca ainda a importância do apoio da população no combate a esse tipo de crime, por meio de denúncias anônimas.
Canais de denúncia:
190 – Polícia Militar
0800 647 0120 – Central de Atendimento Energisa (24 horas)
FonteVia: rondoniagora



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